Jantar no Navio Escola e um bate papo com nosso Diretor Presidente


No mês de janeiro o nosso Diretor Presidente, Jodelson Sabino, foi convidado pelo Comandante do Navio Escola Brasil (U27), Capitão de Mar e Guerra José Luiz Ferreira Canela e pelo Capitão dos Portos do Espírito Santo (CPES), Capitão de Mar e Guerra Luis Eduardo Soares Fragozo, para um jantar no Navio Escola Brasil, em comemoração aos 161 anos da CPES. Um evento que reforça o bom relacionamento do Grupo Escoteiros do Ilha e a Marinha. Acompanhado de sua esposa, Jacqueline Sabino, nosso Diretor Presidente foi recebido pelo Comandante do U27 e teve a oportunidade de interagir com várias autoridades locais, principalmente da Marinha do Brasil, entre elas a Primeiro-Tenente Danielly Medeiros, Assessora de Comunicação da CPES.

1º Tenende Danielly Medeiros, Sra. e Sr. Sabino

Esse foi mais um importante marco para o 11º/ES Grupo Escoteiro do Mar Ilha de Vitória iniciar 2017 com o pé direito.

Bate papo com o Diretor Presidente

Das realizações do escoteiros do ilha que você tem mais orgulho no ano que passou?

Foi a redação e registro do novo Estatuto do Grupo Escoteiro. Foram centenas de horas de trabalho, dentre elas algumas dezenas de horas de reuniões. Elaboramos um estatuto novo, moderno, compatível com a legislação atual e coerente com a nossa modalidade que é o escotismo do mar. Tivemos o apoio de pessoas com os mais diversos níveis de experiência no Movimento Escoteiro, assim como de pessoas das mais diversas áreas de conhecimento profissional. Colhemos ideias e discutimos com os decanos do nosso Grupo Escoteiro e com representantes do Escritório Regional e Nacional da União dos Escoteiros do Brasil. Produzimos um texto com as melhores práticas de regulação jurídica e de organização que um grupo escoteiro pode ter. Não se trata de uma realização que salta aos olhos pois não dá resultado imediato mas certamente abrirá portas e nos facilitará muito nos nossos desafios de 2017. Breve teremos esse estatuto publicado na Página de Transparência do site do Grupo, que está sendo elaborada pela Equipe de Comunicação, e todos poderão conferir o resultado desse trabalho. Muito me orgulho de ter coordenado essa equipe dedicada que produziu o nosso novo Estatuto.

O planejamento para o ano 2017 deu-se início logo que você assumiu a presidência do grupo em outubro do ano passado. Quais pendências ficaram em 2016, o que não foi resolvido e o que você vai fazer de concreto e objetivo em relação a isso?

Em novembro e Dezembro de 2016 a nova diretoria instituiu uma nova Estrutura Organizacional do Grupo e um novo modelo de gestão. O que ficou faltando foi a designação de voluntários para assumirem todas as equipes e funções definidas nesta nova estrutura organizacional e a disseminação de todos os métodos e procedimentos deste novo modelo de gestão. O que já estamos fazendo e continuaremos a fazer de concreto em relação a isso é a captação de recursos humanos para preencher as funções ainda sem equipe alocada, primeiramente com ações que propiciem um envolvimento maior dos pais e responsáveis pelos jovens do Grupo. Outra ação que está sendo desenvolvida desde o início da nova gestão é a documentação e disseminação do novo modelo de gestão em toda a estrutura organizacional do Grupo Escoteiro. Eu, por exemplo, tenho participado, nesse início, de quase todas as reuniões de adultos voluntários realizadas no Grupo, em todos os níveis e em todas as áreas, visando apoiar os diretores, os escotistas e os dirigentes na prática do novo modelo de gestão. É um “aprender fazendo” no contexto da gestão do Grupo.

Olhando para trás, existe algo que você teria feito diferente em 2016? Alguma grande lição?

Creio que foi transcorrido um tempo muito curto entre eu receber um convite unânime, vindo de todos os diretores, dirigentes e escotistas do Grupo e eu ter assumido o cargo de Diretor Presidente. Isso gerou uma onda de motivação e compromisso muito forte em mim e eu percebi que nesses primeiros meses eu priorizei muito a minha atuação no Movimento Escoteiro e somando às minhas horas de trabalho profissional o resultado foi poucas horas de dedicação a mim, a meus amigos e à minha família. Aprendi que o meu entusiasmo gerou um desequilíbrio que eu encaro como natural diante das circunstâncias, mas também o vejo como temporário. Daqui para frente pretendo cada vez mais engajar mais pessoas do Grupo no trabalho voluntário e distribuir melhor as tarefas, de forma a buscar um novo ponto de equilíbrio entre a minha dedicação ao trabalho voluntário e aos outros aspectos importantes da minha vida.

Com o organograma do grupo definido, quais áreas você acredita que precisam de mais atenção em 2017? Quais áreas serão suas prioridades?

Acabo de chegar do Indaba de Grupo, realizado durante o final de semana dos dias 28 e 29/1 em um espaço gentilmente cedido pelos pais de um de nossos escoteiros. Tivemos uma participação de quase totalidade dos chefes, assistentes e dirigentes nomeados e as poucas faltas foram por motivos de força maior. Indaba é uma palavra de origem Zulu, que significa “encontro de líderes” e no contexto do escotismo significa uma reunião de adultos voluntários para planejamento, troca de ideias e experiências, ações de formação e debate de problemas comuns. Nesse encontro foram definidas, entre outras coisas, as prioridades para o ano de 2017 e as áreas que receberão a nossa maior atenção serão as de capacitação dos escotistas e dirigentes do Grupo, sobretudo em Escotismo do Mar, a de acolhimento dos novos jovens e pais e a de integração e engajamento desses e dos que já estão no Grupo em ações voluntárias. Daremos foco também na oferta de mais atividades típicas de um Grupo Escoteiro do Mar para os nossos jovens.

Qual vai ser o grande tema para o 11º/ES Grupo Escoteiro do Mar Ilha de Vitória em 2017?

O tema da vez é “Navegar é preciso”. Incentivaremos a capacitação de nossos chefes, assistentes e de nossos jovens em atividades do mar. Nossas prioridades são a viabilização de uma escola de vela para os jovens e a maximização da utilização de nossas embarcações. Temos o maior veleiro escoteiro do Brasil, o Iemanjá, e precisamos explorar todas os benefícios que ele pode oferecer ao grupo.